Vejo outros sofrerem com sua ida. Encontro olhos vermelhos de tanto chorarem, e agora esses se refletem nos meus. Não sei se essas lágrimas que saem dos meus olhos são reais, ou forçadas pelos vagos sentimentos que caminham pelo meu corpo. Só sei que me escondo no vazio, talvez pelo medo de transmitir tal fragilidade ou de parecer ou ser exageiro.
Agora apenas ganho a certeza de que você me traz a saudade em que quero dar as mãos e carregá-la ao meu lado sempre que me lembrar de você.
Eis algo que nunca te falei: eu te amo, meu eterno amigo. Meu eterno companheiro. Meu eterno...avô.